O Compliance e o Endomarketing

O Compliance e o Endomarketing

O Compliance e o Endomarketing

“Comply”, em inglês significa “agir em sintonia com as regras”, o que já explica um pouquinho do termo. Compliance em termos didáticos, significa estar absolutamente em linha com normas, controles internos e externos, além de todas as políticas e diretrizes estabelecidas para o seu negócio. Só o fato de existir um programa de compliance, já comunica a essas pessoas de que a empresa não está disposta a aceitar atitudes que não estejam de acordo com as regras.

Sistema de Compliance é obrigatório?

Em 2013 foi sancionada a Lei Nº 12.846, que dispõe sobre a “responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira”. Ela é conhecida também como Lei Anticorrupção.

A lei não o torna obrigatório, porém, com ela grandes corporações que não adotam um programa do tipo estão correndo grandes riscos.

Endormarketing X Compliance

O Compliance e o Endomarketing, estão diretamente ligados e são muito importantes para a boa gestão das organizações. Entender o que ambos significam e de que maneira se relacionam é crucial para garantir que uma empresa tenha espaço, renome, relevância e sucesso no mercado.

Compliance são procedimentos internos que incluem a criação de normas, fiscalização, auditoria, incentivo a denúncias de irregularidades, aplicação do código de conduta e promoção de campanhas de comunicação interna sobre esses tópicos.

Já o Endomarketing nada mais é do que o marketing voltado para o público interno da empresa, ou seja, o conjunto de ações estratégicas desenvolvidas com foco único nos próprios colaboradores. Ele é fundamental para levar a todos os profissionais o conhecimento sobre as ações de Compliance.

Quais são os objetivos, papéis e responsabilidades da função de compliance na organização?

  • Analisar meticulosamente os riscos operacionais;
  • Gerenciar os controles internos, normas, procedimentos, em todas as esferas da organização;
  • Desenvolver projetos de melhoria contínua e adequação às normas técnicas;
  • Analisar e prevenir de fraudes (esse profissional tem também papel consultivo; não se trata apenas de cobranças e imposição de mudanças);
  • Monitoramento junto aos responsáveis pela TI, no que se refere às medidas adotadas na área de segurança da informação;
  • Realização de auditorias periódicas;
  • Gerenciar e rever as políticas de gestão de pessoas, juntamente com os responsáveis pela área de Gestão de Capital Humano.
  • Trabalhar na elaboração de manuais de conduta e desenvolver planos de disseminação do compliance na cultura organizacional;
  • Interpretar leis e adequá-las ao universo da empresa.

Benefícios

Melhora a imagem da empresa

As redes sociais costumam ser verdadeiros tribunais, nos quais não é raro algumas marcas entrarem para o ostracismo quando uma má conduta ou deslize se torna público. Por exemplo, se a intenção é passar para o público uma imagem de empresa sustentável, é preciso que ela realmente se preocupe com o meio ambiente e que isso seja possível de observar em seus processos. O programa de compliance pode ser um aliado nesse sentido, para garantir que as normas externas e internas a esse respeito sempre sejam cumpridas.

Melhora a satisfação dos funcionários

Trabalhar em uma empresa correta, que cumpre com todas as normas, é muito mais satisfatório do que ser funcionário de uma companhia que com frequência, passa por cima das regras. Dá uma sensação de segurança, primeiro por saber que seus direitos (salário, benefícios e boas condições de trabalho) serão respeitados sempre.

Melhora a produtividade

Em uma empresa com processos bem organizados e em que eles se sentem valorizados, os funcionários têm mais motivação e engajamento.

Menos riscos jurídicos e financeiros

A empresa não corre riscos jurídicos apenas nos casos de que trata a Lei Anticorrupção. A Receita Federal e a Justiça do Trabalho, por exemplo, podem aplicar sanções pesadas a quem não respeitar suas leis e normas

Em geral, as empresas brasileiras de pouca estrutura, sob o aspecto da governança, relutam em adotar programas de compliance em sua organização. Mas a tendência é que o compliance torne-se rotineiro cotidiano das empresas. E cada uma delas se adapte à melhor forma de realizar seus checklists que irão promover o aprimoramento de normas e entregas.

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