Boleto bancário falso: como se prevenir

Boleto bancário falso: como se prevenir

Boleto bancário falso: como se prevenir

Com o aumento do consumo online, é preciso ficar atento com as tentativas de fraudes. E os golpes com boletos tem se tornado cada vez mais comuns. A FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) acredita que os golpes envolvendo a adulteração de boletos físicos foram eliminados com a entrada em operação da Nova Plataforma de Cobrança (NPC).

Os golpistas, entretanto, estão sempre em busca de novas formas de se aproveitar dos consumidores e causar prejuízos”, explica Walter de Faria, diretor-adjunto de Operações da FEBRABAN. “É de extrema importância que as pessoas se mantenham alertas para evitar serem vítimas, pois os fraudadores apostam na desatenção dos pagadores para aplicar golpes.” Explica Walter de Faria, diretor-adjunto de Operações da FEBRABAN.

A tecnologia para fraudar os títulos é sofisticada com o envio de malwares (vírus) por e-mail, manipulação do código de barras e computadores fora do território nacional.

Como se prevenir

Veja algumas dicas simples que poderão te ajudar: certifique-se de que o boleto pertence ao banco emissor. Os três primeiros dígitos do código de barras do boleto indicam o banco.

237 – Banco Bradesco S.A.

033 – Banco Santander S.A.

341 – Itaú Unibanco S.A.

001 – Banco do Brasil S.A.

104 – Caixa Econômica Federal

Consulte a tabela completa aqui.

 

Verifique também se há inconsistência na sequência do código de barras da fatura.

Verifique qual é o nome do beneficiário que consta no boleto. Se você comprou utilizando o PagSeguro, o beneficiário tem que ser o PagSeguro.

Se você comprou nas Casas Bahia, o nome tem que ser das Casas Bahia.

É possível, em algumas circunstâncias, que o nome esteja diferente. Por exemplo, as marcas Americanas.com, Submarino, Shoptime e Sou Barato pertencem à B2W. Ainda assim é recomendável que, na dúvida, você não pague o boleto e ligue imediatamente no setor de atendimento ao cliente da empresa.

Fraude e o roubo de informações

O boleto bancário é o segundo meio de pagamento mais utilizado no Brasil, ficando atrás apenas do cartão de crédito. No entanto, essa popularidade também atrai olhares mal-intencionados, sendo necessário que os consumidores fiquem atentos ao boleto falso. É essencial tomar uma série de cuidados.

O primeiro, é entender como os criminosos operam para gerar e enviar os boletos falsos:

Vírus de computador

Uma das maneiras mais utilizadas hoje em dia, por conta da quantidade de operações virtuais, é a invasão de computadores com vírus. O item malicioso pode agir de duas formas: a primeira é interceptando uma transação feita por quem está pagando, alterando o número do boleto e direcionando a quantia à conta dos criminosos. Ou numa compra online, antes mesmo do boleto ser mostrado ao usuário, o malware envia o original ao servidor criminoso, que altera o número do código de barras e reenvia ao cliente.

Extensões de navegadores

Essas extensões ficam inativas durante a navegação rotineira. No entanto, quando a pessoa gera um boleto, ele age e troca o título por uma cobrança falsa.

Spam via e-mail ou SMS

Normalmente, esses contatos são feitos com títulos e mensagens indicando vencimentos atrasados e “urgentes”. Também, as fraudes imitam logotipos e informações de órgãos conhecidos como os públicos, bancos e correios.

Por correspondência

As falsificações também imitam os elementos, marcas e layout de títulos oficiais, mas com o número do boleto adulterado para enviar o dinheiro aos criminosos.

Fique atento aos sinais

Leia bem o boleto bancário. A maioria dos documentos falsos costumam ter diferenças no padrão de formatação e outros erros básicos, como de português. Qualquer característica suspeita pode ser um indício de fraude.

  • Crie hábitos de verificação
  • Não abra e-mails suspeitos e sempre confirme com o emissor
  • Utilize a leitura automática de código de barras
  • Mantenha seu antivírus atualizado
  • Entre apenas em sites seguros

Segundo o artigo 20 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), o fornecedor de serviços deve responder pela reparação dos danos causados ao consumidor, independentemente de culpa. Assim, em casos de golpe de falso boleto, o fornecedor e o banco devem arcar com os prejuízos, pois são os únicos que têm acesso conhecimento dos dados do consumidor e são responsáveis por eles. Ao permitir que os boletos sejam impressos pela internet, os bancos e empresas assumem os riscos de segurança associados à sua emissão. O mesmo princípio vale para os boletos enviados pelo correio.

Caso não consiga resolver a questão, pode procurar o Procon de sua cidade ou registrar uma reclamação no site www.consumidor.gov.br, do Ministério da Justiça.

Para saber mais informações e dicas empresariais e de tecnologia, acesse o nosso site https://www.supplymidia.com.br/.

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